A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou na segunda-feira, 19 de outubro, a apreensão de unidades falsificadas do lote 025155 do medicamento Dysport, à base de toxina botulínica. A decisão proíbe a venda, a distribuição e o uso dos produtos identificados na ação.
A medida é específica para as unidades falsificadas apontadas pela fiscalização. Não significa a proibição geral de todos os lotes do medicamento registrado no Brasil.
Quais diferenças foram identificadas
Segundo a Anvisa, a empresa Beaufour Ipsen Farmacêutica, detentora do registro, comunicou a identificação de unidades com características diferentes das do produto original. A agência citou data de validade incorreta, formato divergente do frasco e código de barras correspondente ao lote W26232.
Também foram observadas inconsistências no rótulo da embalagem externa. Essas informações ajudam profissionais e estabelecimentos a identificar a irregularidade, mas a confirmação sobre a autenticidade de um produto deve seguir os canais do fabricante e da vigilância sanitária.
O que a decisão determina
As unidades abrangidas pela determinação não podem ser comercializadas, distribuídas nem utilizadas. A orientação prática para estabelecimentos que encontrem um item suspeito é interromper seu uso e procurar os canais oficiais de verificação e notificação.
O caso é distinto da ação recente da Anvisa contra canetas sem registro, já noticiada pelo Zipando: aqui o alerta se refere à falsificação de unidades de um lote identificado. A imagem desta matéria é ilustrativa e foi gerada por IA.
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Fonte:
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
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